Carta de Vinhos
Uma viagem pelos grandes terroirs do mundo,
taça a taça.
O encontro das borbulhas com a elegância
Berço do champagne, onde o calcário e o clima frio forjam borbulhas de refinamento único. A Champagne é a denominação mais icônica do mundo.
Do Vêneto exuberante ao frescor das colinas do Nordeste, a Itália traduz alegria e leveza em cada bolha de Prosecco e Moscato.
A Serra Gaúcha, com sua névoa, altitude e herança italiana, é o coração dos espumantes brasileiros. Charme, frescor e identidade própria.
Da mineralidade atlântica ao calor mediterrâneo
De Chablis ao Ródano, os brancos franceses definem elegância: mineralidade cortante, acidez precisa e uma complexidade que só o tempo revela.
Do Pinot Grigio do Nordeste ao Fiano do sul ensolarado, a Itália oferece brancos de personalidade única — frescos, aromáticos e cheios de vida.
A altitude dos Andes confere aos brancos argentinos um frescor surpreendente. Mendoza e a Patagônia produzem Chardonnays de tensão e elegância.
Entre os Andes e o Pacífico, o Chile produz brancos de frescor irresistível. Casablanca e Aconcágua revelam Chardonnays e Sauvignons de classe mundial.
Do Alentejo ensolarado ao Douro de xisto e ao Minho atlântico, Portugal surpreende com brancos de identidade única e castas autóctones inigualáveis.
O vizinho atlântico surpreende com um Albariño de alma ibérica, cultivado nas colinas de Canelones com frescor e salinidade únicos.
A poesia cor-de-rosa entre o branco e o tinto
Provence é a capital mundial dos rosés. Secos, pálidos e refinados, os rosés provençais definem um estilo que o mundo inteiro tenta imitar.
Da Sicília ao Vêneto, os rosés italianos carregam o sol do Mediterrâneo. Frescos, frutados e com personalidade.
O Malbec rosé de Mendoza é uma revelação: cor vibrante, aromas florais e a riqueza característica da casta rainha da Argentina.
Os rosés chilenos trazem o caráter estruturado do Cabernet Sauvignon com a leveza e frescor que o Pacífico proporciona.
Das grandes denominações aos novos mundos
De Bordeaux ao Beaujolais, os tintos franceses são a referência universal de elegância, complexidade e a arte do envelhecimento.
Do majestoso Brunello ao vibrante Amarone, a Itália oferece tintos de grandeza incomparável. Sangiovese, Nebbiolo e Nero d'Avola — cada gole é história.
O Malbec é a alma da Argentina. Mas Mendoza e a Patagônia guardam muito mais: Cabernet Franc, Syrah, Bonarda — todos forjados pela altitude andina.
O Chile é a terra do Carménère, casta perdida que aqui encontrou seu lar. Colchagua e Rapel revelam tintos de caráter e intensidade únicos.
Douro, Alentejo, Bairrada — Portugal é um tesouro de castas autóctones. Touriga Nacional, Aragonês e Baga criam tintos de caráter inconfundível.
Rioja e Ribera del Duero são os grandes palcos do Tempranillo. Tradição, carvalho e uma generosidade que aquece a alma.
O Tannat é a casta-símbolo do Uruguai. Poderoso, estruturado e com uma profundidade que desafia os grandes do mundo.
A Serra Gaúcha e seu frio de altitude provam que o Brasil também produz tintos de personalidade e elegância.
Da Moldávia à Califórnia, passando pela África do Sul — o mundo do vinho não tem fronteiras. Descobertas inesperadas de terroirs únicos.